Previsão

Coopercitrus é a primeira empresa a exigir Selo de certificação do IAC para comercialização de Adjuvantes

Reunião no IAC – Eduardo Alvarez, Gestor de Agricultura, Abastecimento e Turismo de Jundiai;  Marcos Landell, diretor do IAC; André Ricardo Rossi, gerente de Tecnologia Agrícola Coopercitrus e Humberto Ramos. Desde 2017 o Ministério da Agricultura deixou de exigir registro para os adjuvantes utilizados nas pulverizações. Com isso, o mercado passou a não ter um […]


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Coopercitrus é a primeira empresa a exigir Selo de certificação do IAC para comercialização de Adjuvantes

Reunião no IAC – Eduardo Alvarez, Gestor de Agricultura, Abastecimento e Turismo de Jundiai;  Marcos Landell, diretor do IAC; André Ricardo Rossi, gerente de Tecnologia Agrícola Coopercitrus e Humberto Ramos.

Desde 2017 o Ministério da Agricultura deixou de exigir registro para os adjuvantes utilizados nas pulverizações. Com isso, o mercado passou a não ter um padrão de adjuvantes e muitos produtos passaram a ser oferecidos, mas com registro técnico de fertilizante foliar. Que garantia de eficiência temos com esses produtos?

Pensando em levar as melhores soluções a nossos cooperados, o Departamento de Tecnologia Agrícola da Coopercitrus apoiou o Centro de Engenharia e Automação do IAC (Instituto Agronômico de Campinas) no projeto de desenvolvimento do programa de adjuvantes do IAC.

No dia 07 de outubro, em Jundiaí, no Centro de Automação do IAC, foi realizada a cerimônia de lançamento do Selo de Adjuvantes, onde cada produto, após submetido a diversas análises de funcionalidades, independente do seu registro, caso ele tenha alguma propriedade típica de um adjuvante, ganhará o selo e um laudo de autenticidade de eficiência.

Para um produto ser considerado um adjuvante, deve possuir ao menos uma das características básicas, como surfatantes, espalhante, umectante, detergentes, dispersantes e aderentes, entre outros, com finalidade de melhorar as pulverizações agrícolas.

O diretor do IAC, Marcos Landell, comentou do marco histórico que é esse Selo para nossa agricultura, regulamentando um mercado até então bem difuso, e enfatizou a importância do Centro de Automação para a agricultura brasileira, que é o responsável por diversas tecnologias aplicadas como QUEPIA – (Programa IAC de Qualidade de Equipamentos de Proteção Individual na Agricultura), um sistema de certificação de qualidade dos EPIs utilizados na agricultura.

O DTA – Departamento de Tecnologia Agrícola, com o time de consultores especialistas agronômicos, preocupado com as melhores condições de tecnologia de aplicação de defensivos, estava presente na  cerimônia com a presença do gerente técnico agropecuário Andre Rossi e Celso Silva, consultor especialista em citros. Em seu discurso na cerimônia de lançamento do Selo, Rossi comentou da importância dessa ferramenta que permite uma adequação dos adjuvantes e possibilita a Coopercitrus comercializar somente produtos que de fato funcionam e levam benefícios aos nossos cooperados, a orientação agora com nossos fornecedores é que façam as análises laboratoriais no Centro de Automação do IAC e busquem o Selo para comercializar um adjuvante na Coopercitrus.

Esse é um divisor de águas na agricultura brasileira e a Coopercitrus dá um importante passo técnico sendo a primeira empresa brasileira a exigir o selo de certificação de adjuvantes para comercialização de insumos.


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